segunda-feira, 4 de maio de 2015

A história dos Reptilianos

Muito se fala nos reptilianos, mas será que de fato as pessoas conhecem a história dessa teoria de conspiração? Nesse vídeo, o Acervo Maldito conta em detalhes a impressionante saga dos reptilianos, seres extraterrestres que supostamente vivem entre nós e que pleiteiam o total controle sobre a humanidade.

E então, tem coragem?


O Quarto escuro


Sempre tive uma aflição com armários. Ainda mais de espelhos. Era assim que se encontrava o meu quarto. Escuro, sem janelas e tinha um grande armário com um espelho. Que por sinal, apontava exatamente aos pés da cama. O que dava uma sensação horrível...
Mas ainda tinha meu abajur. Eu sempre deixava ele ligado, pra dormir mais tranquilo. Mas meus pais insistiam em desligá-lo enquanto eu dormia. Eu nunca perguntei o motivo, sempre fiquei quieto, mas achava estranho virem toda madrugada ou manhã ao meu quarto só para desligar um abajur. 

Papai e mamãe desligaram o abajur novamente e eu acordei no meio da madrugada, com muito medo. Não consegui achar o abajur. Até que eu bato com o braço no próprio, o derrubando. Ele não quebrou e eu consegui o acender. Dei graças à Deus.
Eles vão viajar. Por algum motivo eles não querem me levar. É um casamento... Mas ainda não vi motivo exato para me deixarem aqui, sozinho. O bom nisso tudo é que posso deixar o abajur ligado a noite inteira.
Me despedi de meus pais, que só voltariam em 5 dias. Depois disso liguei a televisão e coloquei em um canal de desenhos. Fiquei em torno de 3 horas assistindo à desenhos. 
Me deu uma certa aflição de ficar sozinho na sala. E isso me deu um pouco de saudade.
Fui então para o meu quarto. Onde liguei o computador e comecei a navegar na internet. Até que achei alguns blogs levados ao gênero de terror/horror/suspense. Começo a ler algumas histórias e contos da internet. Acho que são ''creepypastas'' ou algo do tipo. 
Desligo o computador e vou tomar banho. Coloco meu pijama e vou direto pra cama.
Sem esquecer: Liguei meu abajur. 

Naquela noite, eu tive um pesadelo.
Uma silhueta escura saindo do meu espelho vinha em minha direção, mas não me atacava, apenas desligava o abajur e ficava ali no canto escuro do quarto me observando. No terror que se passou em segundos dentro de um pesadelo, eu acordo. E só percebo uma coisa: Meu abajur está desligado. 


Conto do Victor Silveira

Uma Mensagem dos seus Demônios Internos



Olá meu caro amigo. Você não sabe quem eu sou, mas eu sei quem é você. Eu sou um dos três demônios que foram atribuídos a você no momento do seu nascimento. Você sabe, algumas pessoas neste mundo são destinadas para a grandeza, destinados a viver felizes para sempre. Agora você...
Você não é uma dessas pessoas, e é nosso trabalho se certificar disso. 

Quem nós somos? Ah, sim é claro, que rude da minha parte. Vou lhe dizer... 

Vergonha é o meu irmão mais novo, o demônio em seu ombro esquerdo. Vergonha diz que você é uma aberração, que você nunca vai se encaixar.
Vergonha é quem faz você se odiar. 

O Medo se senta em seu ombro direito. Ele é meu irmão mais velho, tão velho quanto a própria vida. O Medo enche cada canto escuro com monstros, transforma cada estranho em uma rua escura em um assassino. O medo impede de dizer a sua paixão como você se sente.
Ele lhe diz que é melhor não tentar. O medo faz você construir sua própria prisão. 

Quem sou eu? Eu sou o pior de seus demônios, mas você sempre vai me ver como um amigo. Você se vira para mim, quando não tem mais nada, porque eu vivo em seu coração. Eu sou o único que obriga a você continuar suportando tudo isso. Sou aquele que prolonga seu tormento. 

Atenciosamente,
Esperança. 

Relato de um MIB


Caro senhor Phelipe, 

O senhor não me conhece. Descobri o seu email procurando na Internet por ufólogos do Rio de Janeiro. 

Estou escrevendo este email por dois motivos. Espero que o senhor me entenda e não me tome por um louco charlatão. 

O primeiro é para ajudar em seu trabalho. O segundo é para trocar informações sobre ufologia. Acredito que é necessário demonstrar meu interesse e intenção e portanto, estou anexando informações que considero interessantes nesta mensagem. 

Não quero publicidade em torno do que vou relatar aqui. Por isso, manterei segredo sobre minha identidade. 

Só o que me limitarei a dizer é que trabalho há mais de dez anos em uma unidade secreta das Forças Armadas que investiga o fenômeno dos Discos Voadores e seus tripulantes em parceria com grupos similares de outras nações, principalmente da Rússia, Israel, Canadá e Estados Unidos.
O Brasil mantém tratados secretos com estes grupos. Infelizmente, eu não sei coisas suficientes para relatar sobre as relações de pesquisa entre estes grupos, porque eu faço parte de uma equipe pequena, de quatro pessoas, todos ex-militares que apenas faz trabalho de campo. Nós chamamos este trabalho de “serviço sujo”. O que posso dizer é que nós obtemos material biológico e artefatos para pesquisa. Os artefatos são os objetos não biológicos. 

Cada grupo ligado ao tratado (o tratado não envolve apenas os países que eu citei. São vários, com muitos grupos no mundo) faz uma parte do serviço, para que nenhum país ligado através do tratado fique em desvantagem tecnológica na análise deste material rico. 

Cada país possui empresas privadas que operam em um sistema de fachada ou em um tipo de parceria secreta com os grupos de pesquisa, trocando informações e gerando várias patentes a partir do material obtido.
Recentemente eu comecei a me interessar mais pela origem destes seres. Ao longo dos dez anos em que eu mexo com isso, tive a oportunidade de ver pelo menos quatro tipos de criaturas diferentes. Algumas ainda vivas. Outras eu só vi carbonizadas ou mortas. 

O trabalho de campo envolve partes que eu não posso revelar sob risco de colocar em xeque minha identidade. 

O que eu posso lhe dizer é que o meu grupo atua no norte do Brasil. Mas existem outros que cobrem todo o território nacional, e partes do Paraguai, Uruguai e na região de fronteira com a Argentina. São todos grupos pequenos de no máximo quatro pessoas. 

No meu grupo estão dois militares da reserva, um médico e um ex-policial civil. 

Nós recebemos informes periódicos vindos de um grupo de monitoramento dos EUA, que cobre todas as Américas. Este relatório é atualizado apontando com coordenadas específicas de GPS as áreas de extensa atividade extraterrestre no Brasil. Sabemos que os Objetos vem aumentando sua presença desde o final da década de 70. Eles estão colocando em risco o tráfego aéreo nacional. Eles entram pelo norte e também pelo Sul do país, em uma velocidade acima de 20g. 

Os objetos descem seguindo uma trajetória marcada por jazidas minerais, sobretudo urânio. Alguns dos objetos fazem trajetos derivados desta trilha principal. 

Nós temos autorização de investir de modo hostil contra esta atividade. O que fundamenta nossa ação, é que só através da pesquisa do que se tratam estas criaturas e quais seus interesses, poderemos apontar um caminho seguro para todos nós. E para saber o que são, precisamos pegá-los e estudá-los. 

Eu não sei nada sobre área 51 e essas coisas que se diz em filmes. Reporto as atividades do meu grupo em relatórios que são enviados a um comando central. Procedemos de acordo com parâmetros rígidos de conduta. Qualquer pisada fora da linha significa ser cortado do projeto. E isso não é bom. Entende o que eu digo? 

As pessoas não sabem a realidade. Alguns acreditam que estas criaturas são seres angelicais. 

Seres angelicais eu nunca vi. Mas já vi coisas realmente estranhas. 

Poucos foram hostis conosco. Mas sabemos que a tecnologia deles pode ser muito perigosa. Muito mais do que você pode imaginar. 

Eles parecem ser de outro planeta como todos dizem. Não posso afirmar, porque não sou cientista. Mas isso é minha opinião. Sou um ex-militar da reserva operando em atividade secreta para meu país. Minha missão é obter os espécimes, entregá-los e sair em busca de outros. 

Para isso utilizamos helicópteros e equipamentos cedidos por nossos parceiros dos EUA e de Israel. Eu não sei muito sobre a estrutura dos grupos. Tudo que sei foi o que ouvi em uma conversa informal com parceiros que já estavam lá antes de mim. 

Eles me disseram que como o nosso, cada país tem um grupo de resgate e interceptação, ligados a quatro centros de monitoramento mundial. Um deles é nos EUA, o outro na Rússia, um na Austrália e um outro que não sei onde fica. Suponho que fique na África, em algum lugar. Mas isso é só o que eu imagino. Em cada país, existe um grupo de análise, separação e investigação de material. O grupo de investigação faz uma triagem, e separa o material para enviar para centros específicos. Estes centros são espalhados em vários países. Lá dentro, as pessoas desmontam os artefatos e estudam as criaturas. No Brasil nós nunca conseguimos enviar um único ser ainda vivo. Todos morreram em menos de três dias. E pelo que eu soube, isso inclui os quatro bichinhos lá de Varginha. 

Recentemente, logramos êxito em abater um artefato em situação de pouso. Ficamos monitorando a atividade de uma pequena cápsula durante nove dias, onde ela fez exatamente o mesmo trajeto, nas mesmas horas e minutos. Fomos enviados para uma operação de cerco lento. A cada dia, durante o amanhecer, nós nos aproximávamos de modo camuflado. Fomos chegando cada vez mais perto do ponto onde a nave descia. Fomos repetindo isso até estarmos em posição de abatê-la. Era necessário desligar toda e qualquer atividade elétrica em nosso acampamento a partir das cinco horas da tarde. Só religávamos os equipamentos às cinco horas da manhã, quando a atividade da cápsula havia cessado. Isso incluía lanternas, veículos, rádios, celulares e até relógios. Nós estamos preparados para ficar semanas de tocaia completamente ocultos, desde que não tenhamos nenhuma atividade elétrica de grande porte além da atividade elétrica corporal. Para evitar que esta atividade elétrica nos denuncie, temos que vestir roupas especiais bastante incômodas de um tipo de plástico grosso de cor marrom que encobre os rastros elétricos. Assim ficamos invisíveis para eles. É o mesmo procedimento usado em captura de seres em todo o mundo. Pelo menos, isso é o que me disseram. Eles nos detectam pelas ondas elétricas. 

Finalmente conseguimos inutilizar o artefato, impedindo que o objeto decolasse na noite de 15/03/2007. A ação ocorreu num pasto não muito distante da cidade de Tasso Fragoso, no Maranhão. Nas proximidades da BR330. 

Duas criaturas saíram do objeto e resistiram ao cerco, recorrendo à violência e tentando evadir-se. Ambas foram abatidas a tiros. Levamos o artefato num caminhão e as duas criaturas foram embaladas e enviadas para um depósito provisório onde armazenamos em gelo até que o encarregado de transportar o material para o centro de triagem chegasse. 

Durante o tempo em que nós descarregamos os seres no galpão, eu fiquei sozinho com elas e fiz algumas fotos usando meu celular. 

Eu não tive muito tempo e não pude fazer muitas fotos em função de estar com o celular com pouca bateria e devido ao nervoso de fotografar a criatura em segredo. 

Nós somos proibidos de efetuar qualquer registro fora dos especificados em nossos relatórios de campo. Os riscos são altos. Eu tirei estas fotos para mostrar para um parente meu que não acredita. Mas acho que elas podem ajudar mais quem entende. 

Eu sei que muitas pessoas não acreditam em discos voadores, que nem sempre são discos, e muito menos em extraterrestres. Eu gostaria de poder ter o privilégio de escolher entre acreditar ou não. Mas sou forçado apenas a admitir sua existência, e caçá-los. 

Ultimamente comecei a me perguntar se agimos corretamente. Isso começou em 1998 quando tive que abater uma criatura pequena que parecia uma criança. A nave estava voando em baixa altitude e derrubamos o pequeno disco, que tinha o tamanho de um fusca. O disco caiu de uma altura de seis metros, se ameaçando todo. Do objeto, abriu uma escotilha e uma pequena pessoa saiu. Ela olhou para nós e tentou cobrir o rosto para se proteger dos holofotes. Neste momento eu descia armado do helicóptero para efetuar o procedimento de captura usando redes. A pequena menina, que era como ela parecia, olhou pra mim e eu vi que estava com medo. Tremia. Então ela tentou fugir e meu colega acertou quatro tiros nela pelas costas. Comecei a refletir sobre o destino daquela criatura. Ela não foi hostil. Será que temos este direito? Será que fazendo isso não estamos prestes a provocar uma guerra onde poderemos sair perdendo? 

Estou anexando as fotos dos seres de Tasso Fragoso. Desculpe pelo texto longo. 

Espero que possa ajudar em seu trabalho. 

Manterei contato.











Essa pessoa que recebeu o texto existe, é o Philipe do blog Mundo Gump e ele afirma que o texto é ficcional. MAS ele já deu também uma entrevista pro Jô onde ele contou que já foi até ameaçado de morte por esse texto. Então agora é com vocês acreditarem ou não...

senhoras e senhores voltamos

senhoras e senhores voltamos e vamos voltar com tudo nesse blog do caralho e iremos assustar a porra toda