terça-feira, 19 de março de 2013

poema jopones tomino's hell 

Essa é uma lenda japonesa sobre um poema chamado "Tomino's Hell".
Esse poema só deve ser lido mentalmente, se você ler em voz alta ASSUMA as consequências das suas ações. Se você ler esse poema em voz alta, a lenda diz que você vai morrer.
No Japão eles acreditam que algumas coisas nunca devem ser ditas em voz alta, e o poema Tomino's Hell é uma delas.
Na melhor das hipoteses, se você ler esse poema em voz alta você vai se machucar.

Uma vez um locutor leu o poema numa rádio. No meio da leitura ele ficou sem ar, parou de ler, caiu e teve um corte que precisou levar 7 pontos. Mesmo assim ele se recusa a acreditar que a culpa foi do poema.

Pode ler... mentalmente. NÃO LEIA EM VOZ ALTA.





Tomino's Hell

A velha irmã vomita sangue, a jovem irmã cospe fogo.
Doce Tomino cospe joias preciosas.
Tomino morreu sozinha e caiu no inferno.
Inferno, escuridão, sem flores.
É a irmã mais velha de Tomino que a açoita?
O número de vergões vermelhos é preocupante.
Açoitando e batendo e espancando,
O caminho para o inferno eterno é a única via.
Implore por orientação na escuridão do inferno.
Da ovelha dourada, ao rouxinol.
Quanto falta na bolsa de couro,
Prepare para a jornada infindável no inferno.
Primavera vem e nos bosques e vales,
Sete voltas no vale sombrio do inferno.
Há um rouxinol na gaiola, no carrinho uma ovelha,
Nos olhos da doce Tomino há lagrimas.
Choro, rouxinol, para os bosques e a chuva
Expressando seu amor por sua irmã.
O eco do seu choro uiva pelo inferno,
E uma flor vermelho-sangue desabrocha.
Pelas sete montanhas e vales do inferno,
Doce Tomino viaja sozinha.
Para receber você no inferno,
As estacas brilhantes da montanha espinhada
Fresco espeto perfura na carne,
Como um sinal para a doce Tomino.






segunda-feira, 18 de março de 2013


a viagen de trem

Eu moro em Porto Alegre. Uma colega minha do trabalho ouviu essa história do namorado dela. Ele trabalha com alguém que disse que sua irmã tinha pego o último trem da noite para ir para casa há algumas semanas. Quando ela entrou no trem o vagão estava praticamente vazio exceto por três pessoas. Ela estava um pouco amedrontada, então ela sentou de frente para essas três pessoas. Ao se acomodar e olhar causalmente para frente percebeu que a mulher que estava em sua reta, olhava fixamente para ela.
Ela pegou seu livro e começou a ler, mas toda vez que ela olhava para cima a mulher ainda mantinha o olhar fixo nela. O trem parou na estação seguinte e um homem entrou. Ele olhou por todo o vagão, olhou para ela e as outras três pessoas no banco oposto e sentou ao lado da garota. Quando o trem saiu da estação, o homem se se encostou ao banco e falou baixo no ouvido da moça “Se tu sabe o que é bom pra ti, tu sai comigo na próxima estação.” Ela estava um pouco assustada mas achou que a melhor idéia era esta, já que haveriam mais pessoas por lá.
Quando o trem parou, ela levantou e saiu do trem com o homem. O homem então falou “Graças a Deus, eu não queria te assustar, mas eu tinha que te tirar daquele trem. Eu sou um médico e a mulher sentada no banco oposto estava morta e os dois homens que estavam de cada lado estavam sustentando-a sentada.” De acordo com o cara que me contou essa história, a garota e o médico ligaram para a polícia que parou o trem na estação seguinte.
(N.T: Trem, também conhecido como metrô.)

sábado, 16 de março de 2013

exorcismo:fato e ficçao


Demônio e possessão não são apenas coisas de filmes e séries de TV – na verdade, fazem parte de uma das crenças religiosas mais comuns do mundo.

A maioria das religiões afirma que os seres humanos podem ser possuídos por espíritos demoníacos, embora haja algumas diferenças entre elas. A Bíblia, por exemplo, relata seis casos nos quais Jesus expulsou demônios (embora diversas passagens deste livro sagrado sejam abertas a interpretação). A Igreja Católica é conhecida por já ter feito exorcismos para resolver a ameaça da possessão.

A ideia de que espíritos invasores são inerentemente maus é um conceito judaico-cristão. Outras religiões e sistemas de crenças aceitam posse por ambas entidades beneficentes e malévolas por curtos períodos de tempo, como um aspecto da vida espiritual – por exemplo, o Espiritismo.

Adeptos da Nova Era também já adotaram uma forma de posse chamada canalização, em que espíritos de mortos usam o corpo de um médium para se comunicar através dele (Chico Xavier pode ser um exemplo de médium). Centenas de livros e até mesmo algumas sinfonias foram supostamente compostos por espíritos.

Exorcismo ficcional

Hollywood, é claro, não perde tempo em capitalizar sobre a contínua fascinação do público com o exorcismo e a possessão demoníaca, patrocinando filmes muitas vezes taxados de “baseados em uma história verdadeira”.

Existem inúmeros filmes com o tema do exorcismo, como o “O Exorcismo de Emily Rose”, “Filha do Mal” e “O Ritual”. A maior influência cultural do gênero vem do clássico “O Exorcista”. Nas semanas após o filme ter sido lançado, em 1974, um centro católico em Boston (EUA) recebeu pedidos diários para exorcismos.

Tal roteiro foi escrito por William Peter Blatty, adaptado de seu best-seller de 1971 de mesmo nome. Blatty afirmou que a inspiração para o filme foi um artigo do jornal Washington Post que ele leu em 1949, sobre um menino de Maryland (EUA) que tinha sido exorcizado. Blatty acreditava (ou dizia acreditar) que era um relato preciso, embora mais tarde pesquisas tenham revelado que a história havia sido sensacionalizada e estava longe de ser credível.

Michael Cuneo, em seu livro “American Exorcism: Expelling Demons in the Land of Plenty”, (em português, algo como “Exorcismo Americano: Expulsando Demônios na Terra da Abundância”), credita Blatty e o “O Exorcista” a grande parte do interesse moderno no exorcismo.

Quanto a sua precisão histórica, porém, Cuneo caracteriza o trabalho de Blatty como uma enorme estrutura de fantasia que repousa sobre o alicerce frágil do diário de um padre. Realmente houve um menino que sofreu um exorcismo, mas praticamente todos os detalhes sensacionais que aparecem no livro e no filme foram exagerados ou literalmente inventados.

Exorcismo real

A palavra exorcismo deriva da palavra grega “exousia” que significa juramento. Conforme o estudioso religioso James R. Lewis explica em seu livro “Satanism Today: An Encyclopedia of Religion, Folklore, and Popular Culture” (em português, algo como “Satanismo Hoje: Uma Enciclopédia de Religião, Folclore e Cultura Popular”), “exorcizar, portanto, significa algo ao longo das linhas de colocar o espírito possuído sob juramento – invocando uma autoridade superior para compelir o espírito – em vez de verdadeiramente ‘expulsá-lo’”. Isso fica claro quando a entidade demoníaca é ordenada a deixar a pessoa não pela autoridade de um sacerdote, mas, por exemplo, “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

Enquanto muitos podem pensar que exorcismos reais são relíquias da Idade das Trevas, isso não é verdade: não só eles continuam a ser realizados, muitas vezes em pessoas que são apenas emocionalmente e mentalmente perturbadas, como podem ter finais trágicos.

Exorcismos são feitos em pessoas de fé religiosa forte. A medida em que exorcismos “funcionam” pode refletir o poder da sugestão e da psicologia: se você acredita que está possuído (e que um exorcismo irá curá-lo), então talvez “funcione”.

O Vaticano emitiu orientações oficiais sobre o exorcismo pela primeira vez em 1614, e as revisou em 1999. De acordo com a Conferência dos Bispos dos EUA, sinais de possessão demoníaca incluem força sobre-humana, aversão à água benta e capacidade de falar em línguas desconhecidas. Outros potenciais sinais de possessão demoníaca incluem cuspir, xingar e “masturbação excessiva”.

Além de um punhado de exorcistas sancionados do Vaticano, existem centenas de autointitulados exorcistas em todo o mundo.

Depois de assistir a 50 exorcismos durante a pesquisa para o seu livro, Michael Cuneo afirma que nunca viu nada de sobrenatural ou inexplicável: nenhuma levitação, ou cabeças girando, ou marcas de arranhões demoníacos que aparecem de repente no rosto de alguém – mas viu muitas pessoas emocionalmente perturbadas em ambos os lados do ritual.

Se os submetidos a exorcismo estão verdadeiramente possuídos por espíritos ou demônios não vem ao caso; o problema é que a crença na realidade literal da eficácia do exorcismo pode ter consequências ruins, mortais até.

Em 2003, um menino autista de 8 anos de Milwaukee, Wisconsin (EUA), foi morto durante um exorcismo por membros da igreja que culparam um demônio pela sua deficiência. Em 2005, uma jovem freira na Romênia morreu nas mãos de um sacerdote durante um exorcismo depois de ser ligada a uma cruz, amordaçada e privada de comida ou água por dias em um esforço para expulsar os demônios.

No dia de Natal de 2010 em Londres, na Inglaterra, um garoto de 14 anos chamado Kristy Bamu foi espancado e morreu afogado por parentes que tentavam exorcizar um espírito maligno do menino.

O próprio filme famoso “O Exorcismo de Emily Rose” trata de um desses casos tristes. Esse roteiro, sim, é baseado em uma história de horror real: a de uma garota com problemas mentais que foi morta por padres exorcistas.

A alemã Anneliese Michel experimentou graves distúrbios psiquiátricos a partir dos 16 anos de idade até sua morte, aos 23 anos, sendo que seu quadro clínico era composto desde desnutrição secundária à doença mental.

Depois de vários anos de tratamento psiquiátrico sem resultado, ela recusou tratamento médico e solicitou um exorcismo. As graves consequências atribuídas ao ritual de exorcismo sobre a jovem motivaram a abertura de um processo criminal pelos promotores de justiça locais contra os pais de Anneliese e os padres exorcistas, causando uma grande polêmica em toda a Europa. Tanto os padres quanto os pais de Michel foram condenados por homicídio negligente por terem renunciado ao tratamento médico por meio do exorcismo.

Fonte: LiveScience

sexta-feira, 15 de março de 2013

A DAMA DE MARROM 






A "Dama de Marrom", o registro mais antigo de uma "aparição" até hoje não desvendada. A foto mostra um vulto descendo a escadaria do castelo de Raynham Hall, na Inglaterra, e foi tirada em 1936 por um fotógrafo e sua assistente.

Seria o espectro de Dorothy Walpole, uma aristocrata que viveu entre 1686 e 1726. Por ordem do marido, que descobrira um antigo caso da mulher, ela teria passado os últimos anos da vida confinada num dos quartos. Numa das escapadas, teria sido empurrada escada abaixo e quebrado o pescoço.

Jamais pôde ser provado que houve truque no negativo ou durante a sessão de fotos, que visava mostrar detalhes da propriedade, então à venda. Alguns dizem que pode ser o trabalho de sobreposição de fotos.

o demonio do vestiario 

Era mais uma aula chata de matemática. Estávamos aprendendo sobre equações de 2º grau, mas eu não conseguia me concentrar na aula.
Não conseguia parar de pensar na história que Deivid havia me enviado no Facebook, sobre uma famosa lenda da escola. Muitos alunos acreditavam que o vestiário abandonado era assombrado, tudo isso porque há alguns anos atrás três alunas foram encontradas mortas misteriosamente no vestiário, que hoje fica fechado, e a morte delas ainda é um mistério.
Apesar de o vestiário ficar sempre fechado, era possível ouvir barulhos estranhos sempre que eu passava em frente a ele, já que ele fica perto do ginásio da escola. E sempre que eu e meus três melhores amigos Deivid, Leandro e Matheus e vários outros alunos passávamos em frente a ele, era possível ouvir barulhos misteriosos como batidas na porta, arrastar de correntes, e até mesmo uma voz demoníaca e grossa que às vezes ouvia chamar o meu nome.
Como eu sempre fui muito fã de mistérios e coisas sobrenaturais eu tive a ideia de ir ate ao vestiário abandonado e descobrir se realmente tinha algo de anormal nele ou se era tudo coisa da minha cabeça.

- O que você acha da gente ir ate o vestiário mais tarde e descobrir se tem alguma coisa lá? – perguntei a Deivid.
- Fala sério? Você acredita nessas lendas idiotas de que o vestiário é assombrado, que tem um demônio lá dentro? Isso é historia pra botar medo em criança, você já tem 14 anos e ainda acredita nisso?
- Se você não acredita nisso então porque me mandou isso no facebook? Não me diga que você esta com medo de ir lá!
- Eu só te mandei aquilo porque todo mundo estava falando sobre a lenda, eu não acredito nessas besteiras e não tenho medo de nada. Se você esta querendo tanto ir ao vestiário abandonado, então vamos ir!
- Então tá. 19 horas em ponto agente se encontra em frente ao vestiário abandonado.
- Mais o vestiário fica fechado. Como agente vai entrar lá dentro?
- Eu fui à sala da direção hoje antes da aula pra pegar a minha prova de português e conseguir pegar a chave sem a dona ver.
- Então tá. Vou chamar o Leandro e o Matheus, vai ser legal pra botar medo neles…
- Combinado. 19 horas então.
Finalmente a aula já estava acabando, não tirava os olhos do relógio esperando o sinal bater pra eu ir embora. Quando ele finalmente bateu, eu sai correndo pra chegar rápido em casa.
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Já estava anoitecendo. Era umas 18:45 quando eu cheguei na escola e fui imediatamente ate o vestiário. Ninguém havia chegado ainda então eu encostei os meus ouvidos na porta do vestiário e ouço uns passos fortes e uns barulhos estranhos, como se fossem garras arranhando as paredes, e uma voz demoníaca chamava o meu nome insistentemente. O meu coração começou a ficar acelerado e eu estava tremendo, eu sentia que o medo estava se espalhando por mim. Então uma mão tocou o meu ombro. Eu levei um susto, ao me virar eu vi que era o Matheus que havia me assustado.
- Será que o Deivid e o Leandro vão vir? Eles ainda não chegaram – Eu disse preocupado e muito assustado.
- Eles devem vir, ainda não é 19:00h. Daqui a pouco eles chegam. – responde Matheus.
Pouco tempo se passa e Deivid e Leandro chegam rindo da minha cara de medo.
- Não acredito que eu vim aqui por que você acredita nessas lendas idiotas. É obvio que é tudo mentira! – Leandro diz ironicamente
Ainda com muito medo eu pego a chave do meu bolso. Tinha um monte de chaves então eu vou tentando um por uma, tremendo de medo do que poderia estar lá dentro. Depois de um monte de tentativas finalmente eu consigo abrir a porta.
Então entramos todos juntos no vestiário, ele estava muito sujo, cheio de poeira, tinha ate baratas andando lá dentro, afinal fazia muito tempo que ninguém entrava lá. Não havia absolutamente nada de anormal nele, nesse momento eu fiquei aliviado e desapontado ao mesmo tempo.
Quando agente se preparava para ir embora a porta se fecha sozinha, Deivid vai ate a porta para tentar abri-la mais não adiantou, estávamos trancados dentro do vestiário. Nesse momento começamos a ouvir um passo vindo do final do corredor junto com um arrastar de correntes que fazia um barulho Horrível e macabro. Eu fiquei desesperado, com medo do que podia aparecer.
Deivid, Leandro e Matheus ficam espantados e nem se quiser conseguem dizer algo de tanto medo, no final do corredor ele aparece. Era a coisa mais horrível e tenebrosa que eu já vi na minha vida. Era tão horrível que não tenho palavras para descrevê-lo. Ele era todo escuro, seus olhos eram vermelhos como fogo, e ele tinha dentes enormes e afiados como de um tigre e uma calda preta além de garras enormes como de um urso, e ele andava arrastando três correntes.
Enquanto ele andava em nossa direção, soltava uma risada maligna e sua voz demoníaca dizia coisas que não faziam sentido. Nesse momento agente tentava abrir a porta desesperadamente mais não conseguíamos. Eu paralisei e comecei a chorar enquanto meu coração estava a mil, eu sentei naquele chão imundo e sem conseguir fazer nada eu o via se aproximando. Deivid, Leandro e Matheus gritavam sem parar pedindo socorro enquanto isso minha vista ficava fraca e eu não conseguia ver quase nada, comecei a passar mal e fui paralisando aos poucos e então eu desmaiei.
Quando eu acordei já era quase meia noite minha cabeça estava doendo e quando me levantei eu vi o corpo dos meus amigos todos mutilados. Os pés e as mãos estavam arrancados e os órgãos todos pra fora, um banho de sangue. A cabeça deles havia sido arrancada e fincada no teto com uma estaca de madeira, a escola estava cheia de policiais e peritos que fotografavam toda a cena sem entender o que poderia ter feito aquilo.

No espelho estava escrito com sangue a seguinte frase:

“Vocês podem não acreditar que eu existo, mais eu acredito em vocês.”
Um policial me leva pra fora do vestiário enquanto eu fico paralisado sem entender o que havia acontecido, quando eu saio pra fora estava cheio de repórteres, policiais e curiosos querendo saber o que havia acontecido. Entre eles minha mãe e as mães dos meus amigos.
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Muito tempo se passou e ate hoje eu não consigo entender o que aconteceu. Ninguém acredita no que eu digo e eu não sei por que aquela coisa não me matou. Eu saí da escola e mudei de cidade para tentar esquecer o que aconteceu, a escola ainda está aberta, e o vestiário permanece fechado até hoje. Muita gente diz que quando passa em frente ao vestiário ainda é possível ouvir uma risada maléfica e barulhos estranhos.

o cruzado

 Data desconhecida,a guerra santa faz milhares de vítimas,pessoas morrem todos os dias em decorrência de promessas falsas de religiosos fanáticos que ficaram loucos pela bíblia,nesse momento os shakes árabes mostram seu poder para estabilizar a sociedade....
Neste momento também aparecem os soldados.A luta mais uma vez é iniciada,os shakes ganham....Sobram apenas 2 soldados cruzados...
Eu jamais irei servir estes hereges-diz o primeiro,e então se mata,cortando a própria barriga...
O segundo começa a se lembrar de sua mulher e sua filha,ele chora,então o tempo começa a se fechar como mágica,tudo fica escuro,nada é visto,mesmo em sua frente,o cruzado ouve uma voz que o pergunta:
Ò humanos desejas meu auxílio??desejas ter do meu poder?desejas me servir?se desejares,terás o poder do mais forte guerreiro do mundo!
Dito isso o guerreiro gaguejou,soluçou,caiu,porém ele disse,alto suficiente para os homens dos shakes ouvirem:
´´Sim eu desejo do teu poder,mas não para matar estes homens,desejo apenas ver minha família uma vez mais,então faças o que desejar´´.Dito isso a voz disse:
``Homem engana-se de pensares que eu desejo tua alma,desejo apenas teu nome,eu não sou o demônio ou um anjo,eu sou um deus,um deus sem nome,há muito esquecido,porém com teu nome reaverei o meu direito  de deus´´.Diminuto o cruzado foi jogado numa pequena nascente d´água,quando levantou dela estava em sua vilarejo....
O nome do cruzado era BAPHOMET,ele pôde ver sua família,mas elas não se lembravam dele nem de seu rosto,ele também ganhou uma vida longa próspera e riquíssima,pórem hoje ele busca nomes pela noite,jamais pense que seu nome é inútil,pois há aqueles,que a única coisa que desejam,é um nome....

o hospital

Um menino, junto com um amigo, foram explorar o hospital abandonado Haven North à noite. Dizem quem aconteceram várias experiências desumanas nesse lugar lugar - como o "Experimento do olho", onde agulhas eram usadas para tentar mudar a cor dos olhos de marrom para azul. A maioria dos pacientes morreram misteriosamente dentro de alguns meses.

O menino pensou que o edifício em ruínas era um tanto pacífico - com exceção de um quarto no sétimo andar. Quando eles passaram por esse quarto, eles sentiram que alguém estava os observando.

Eles continuaram andando até que ouviram algo bater no chão daquela sala. Foi então seu amigo o puxou para dentro da sala. A primeira coisa que ele notou foi que haviam vários pedaços de vidro espalhados por toda parte no chão, provavelmente vieram de uma janela que estava quebrada. Ele viu seu amigo olhando para ele, enquanto saia da sala.

Enquanto o menino pegava um dos pedaços de vidro quebrado, ele ouviu um som de algo batendo no chão. Ele olhou para cima quando percebeu que seu amigo havia sumido.

Quando ele correu para a janela e chamou o nome de seu amigo, ele encontrou seu corpo, sem vida e deitado no chão de concreto. Ele se afasta do corpo, quando ele escuta um sussurro em seu ouvido.

"Eu não posso ver..."

Fonte: Lua Pálida

o terrivel caso de kurim -a mãe canibal 




“A casa era feita para atrair crianças e quando estas estavam em seu poder, a bruxa os matava e cozinhava para comer-los. Como joão estava muito magro, a bruxa o prendeu em uma jaula e ali o alimentava todos os dias, para engordá-lo.”
Irmãos Grimm – João e Maria
Klara Mauerová nasceu em Kuřim (Checoslovaquia), em 1975. Foi uma criança desajustada, com uma obsessão pelo universo místico, que sempre afirmava estar destinada a cumprir uma missão designada por Deus.

Sua irmã mais nova, Katerina, apresentava uma personalidade semelhante. As duas fantasiavam constantemente acerca grandes feitos que iriam executar quando chegasse o momento.
Com o passar dos anos, Klara chegou a estudar em uma universidade, mas nunca conseguiu libertar-se de suas fixações pseudoreligiosas. Não passou muito tempo até que conseguiu independer-se de sua família, indo viver junto com um homem com o qual viveu, segundo suas próprias declarações, uma tórrida vida sexual. Engravidou e teve dois filhos: Ondrej e Jakub.


 Devido ao caráter violento e doentio de Klara, o casamento não durou muito tempo. Após a separação, ela ficou sozinha com os filhos. Apesar de suas excentricidades, era uma boa mãe; passava bastante tempo com seus filhos, os amava e zelava por eles. Entretanto, a solidão estava tomando conta dela. Klara procurou sua irmã Katerina, que foi morar com eles.
Klara e Katerina conheceram Barbora Skrlová, de 33 anos, que estudava na mesma universidade que Katerina. Esta mulher tinha uma rara doença glandular: sua aparência era de uma menina de doze anos e constantemente ela se aproveitava disso para se passar por menor de idade, assim escapava de sanções e de ações legais. Barbora inclusive havia sido adotada por um casal, que a confundiu com uma menina. Com caráter violento e personalidade duvidosa, Barbora passou muito tempo de sua vida fazendo tratamento psiquiátrico, esteve também internada, mas conseguiu fugir com facilidade.
A presença de Barbora Skrlová nas vidas de Klara e Katerina, mudou muitas coisas. As personalidades delas foram completamente afloradas pela nova amiga. Segundo declarações do psiquiatra Zdenek Basný, que a atendeu, as mudanças de identidade da mulher com aspecto de criança se deviam a um distúrbio mental: “Toda a história de Barbora Skrlova está rodeada por um enigma em que ela participa de maneira estranha. Não existe uma explicação clara, mas minha hipótese é que se trata de uma distorção psíquica grave com perturbação de identidade.”
Barbora Skrlová
Barbora Skrlová
 Por influência de Barbora, as irmãs se entregaram a um culto chamado “Movimento Graal”, que afirmava ter centenas de seguidores na Inglaterra, assim como dezenas de milhares de pessoas ao redor do mundo. Este movimento se baseava nas escrituras criadas entre 1923 e 1938 pelo alemão Oskar Ernst Bernhardt, recolhidos na mensagem do santo graal, nos quais era afirmado que o homem pode chegar ao paraíso fazendo coisas boas na terra.
Mas a realidade era outra. Um dos preceitos do grupo era que seus integrantes estavam livres de tabus sociais, como o incesto, a antropofagia e o homicídio. Todos recebiam ordens de um líder desconhecido a quem se chamava de “O Doutor”. Ele se comunicava com seus seguidores apenas através de mensagens de texto enviados a seus celulares. “O Doutor” apoiava a escravidão, o maltrato infantil e a promiscuidade sexual, em razão de um suposto sentido libertário.
Graças à influência de Barbora, Klara raspou o cabelo e as sobrancelhas. Se vestia com farrapos e parou de tomar banho. Sua irmã Katerina apoiava todas as atitudes de Klara e Barbora. Além disso, Barbora se comportava de maneira dupla: em parte era uma mulher adulta e por outra parte era uma menina. Tinha ciúme da atenção que Klara dava aos seus filhos. Pouco a pouco, começou uma sutil campanha contra eles. Os acusava de cometer travessuras, quebrar objetos e comportar-se mal.
Klara com seus filhos e Barbora
Klara passou a castiga-los. Entretanto, a frequência de acusações aumentou tanto, que Klara, desesperada pelo suposto mau comportamento dos filhos, pediu conselhos à autora de tudo. Barbora, feliz ao tornar-se dona da situação, lhe sugeriu que construísse uma jaula de ferro para prender as crianças.
A jaula foi encomendada a um ferreiro da localidade. A colocaram no sótão da casa. O que parecia muito natural para Klara e Katerine, era que através das barras, os meninos poderiam receber alimentos e ficariam sem possibilidades de se comportarem mal. Era 2007. Os meninos foram despidos e presos na jaula. Não sabiam, mas permaneceriam ali por mais de um ano.
Barbora deu novas instruções, que as irmãs seguiram ao pé da letra. Começaram a torturar as crianças. Lhes queimavam com cigarros nos braços e pernas. Lhes amarravam e amordaçavam quando recebiam visitas. Lhes espancavam e davam choques elétricos através das barras de ferro da jaula. Lhes açoitavam com chicotes e os afogavam. Lhes mantinham nus o tempo inteiro e jogavam água fria neles para lavá-los uma vez por semana. As crianças tinham que dormir no chão, sem cobertas, junto com sua urina e excrementos. As vezes lhes davam o que comer. Se choravam, eram golpeados através das barras.
Um dia, Barbora teve uma ideia. Começaram a alimentar os meninos abundantemente. Eles aumentaram de peso e então, Klara pegou uma faca afiada, foi à jaula e pediu para Ondrej lhe estender a perna. Após isso, Katerina e Barbora seguraram o membro do menino enquanto Klara, com a faca, arrancava pedaços de carne do filho. O menino gritava de dor e terror, seu irmão fazia o mesmo. Após cortar vários pedaços de pele, as três comeram na frente deles, não se importando com os gritos dos pequenos.
Seu outro filho, Jakub, permaneceu com medo por um mês. Sabia que cedo ou tarde, aconteceria o mesmo que a seu irmão. Assim foi. A sessão seguinte de canibalismo ocorreu com ele. Sua mãe cortou pedaços de seus braços. A partir deste momento, cada mês o sangrento ritual acontecia: as três subiam, Klara arrancava pedaços de carne de um dos meninos e as três devoravam ali mesmo.
Barbora teve uma ideia para controlar mais as crianças, uma ideia seria sua condenação. Katerina comprou em uma loja de aparelhos eletrônicos, uma câmera de vigilância sem fio, daquelas utilizadas para supervisionar bebês. Instalou no sótão. Através dela, podiam observar o que os meninos faziam e também assistir quando alguma delas torturava-os.
Imagens dos meninos
Mas algo aconteceu. Um homem se mudou, com sua esposa para a casa ao lado e instalou uma câmera igual para monitorar o quarto de seu bebê. Sua surpresa foi extrema quando, em vez de ver o quarto de seu filho, o que viu foi o ritual das três mulheres, torturando as crianças. Passaram dias até que se deu conta de que o sinal que esteva interceptando vinha da casa de suas vizinhas.
Imagens capturadas pelo vizinho
O homem gravou um vídeo com as imagens e fez a denúncia para a polícia. Em 10 de maio de 2007 os agentes arrombaram a casa. Klara e Katerina se colocaram ante a porta que conduzia ao sótão, tratando de impedir que os agentes entrassem. Os policiais as removeram e levaram a uma viatura. Quebraram os cadeados e entraram. O que encontraram ali lhes causou horror.
O fedor de sangue, urina e fezes era insuportável. O chão estava pegajoso e as paredes estavam cobertas de sangue sexo. Um dos meninos estava desmaiado; o outro estava em estado de choque. Ambos apresentavam feridas horríveis, com o corpo apodrecido e várias partes em carne viva.
O lugar onde as crianças eram mantidas.
Parada em frente à jaula estava uma menina segurando um ursinho de pelúcia. Ao ver os agentes, correu para seus braços. Disse-lhes que se chamava Anika, tinha 12 anos e que era filha adotiva de Klara. Os agentes a levaram dali rapidamente. Uma vez na rua, a suposta menina aproveitou que os policiais tratavam desesperadamente de abrir a jaula de ferro, para fugir: se tratava de Barbora.
O caso foi um escândalo. As crianças foram hospitalizadas e um deles não resistiu. O outro pode declarar em juízo contra sua mãe e sua tia, narrando os horrores vividos naquele sótão durante um ano. As duas mulheres responsabilizaram Barbora, mas quando a polícia emitiu ordem de prisão à mulher, não a localizaram.
Klara Mauerova
 Barbora havia fugido para a Noruega, onde assumiu outra identidade falsa: dizia ser um menino, chamar-se Adam e ter 13 anos. Um casal norueguês a adotou. Ela passou a frequentar a escola primaria. 
Barbora se passando por um menino.
Passou-se quase um ano até que a polícia conseguisse encontra-la. Foi presa na Noruega, ante o olhar surpreso de seus pais adotivos que não podiam compreender por que uma menina era capturada como uma criminosa. Quando lhes contaram que não era uma menina de 13 anos, mas sim uma mulher de 36, entraram em choque.
Barbora foi extraditada para a República Checa onde foi julgada junto com Klara e Katerina. Sua doença e sua estranha personalidade inspiraram um filme de terror: A Órfã, que conta a história de uma mulher que engana as pessoas se passando por uma criança e cometendo crimes terríveis.
Klara declarou em juízo: “Ocorreram coisas terríveis e só agora me dou conta disso. Não consigo entender como deixei que acontecessem”. As irmãs alegaram que Barbora havia feito uma "lavagem cerebral" nelas e que não tinham noção do que estavam fazendo quando torturavam os meninos.
Em março de 2009, o Tribunal Superior de Olomouc condenou Klara Mauerova a 9 anos de cárcere e 10 anos para sua irmã Katerina Mauerova. Não consegui informações exatas sobre a condenação de Barbora.
Katerina e Klara Mauerova
O caso ficou conhecido como o pior caso de maltrato infantil da história do país.

quinta-feira, 14 de março de 2013

obsever-obervador 

O Observer é um espírito que muitos alegam ter visto.
Ele se veste em uma capa preta e tem olhos vermelhos,(como uma morte,mas com olhos vermelhos e sem foice).
As pessoas alegam que ele era um rapaz trabalhador que um dia,inventaram um equipamento resistente ao fogo,e pegaram-no contra sua vontade para testa-lo,e acabou não dando certo e quem estava presente no momento não fez nada para ajudar.
Então enquanto ele queimava,ele percebeu que a humanidade era uma coisa fria e podre.
Ele conseguiu sair vivo,mas usava esta capa preta.
Ele queria sua vingança contra a humanidade.
Enquanto ele dormia,ele teve um sonho,em que o próprio diabo ofereceu-lhe um pacto.Ele aceitou,então sua alma vaga hoje em dia,em busca de vingança.
Ele vai em busca das pessoas mais frias,e podres,como as que traíram-no,pessoas que não ajudam ninguém.
Ele observa todas as ações de todos os humanos,e aqueles que forem igual aos que o traíram,serão os principais alvos.
Dizem que seus olhos vermelhos são cintilantes,para poder estar observando a noite inteira.A todo momento,e em todo lugar.
Não se sabe o que ele faz com estas pessoas,só sabem que desde o momento da nascença de uma pessoa ele esta lá,observando.

o exorcismo que deu errado



O relato que eu vou contar não é um relato que aconteceu comigo, mas sim com o meu tio-avô, já falecido, e envolvendo as misteriosas circunstâncias de sua morte.

Antes de eu ser nascido, e quando nem mesmo o meu pai havia nascido ainda, meu avô tinha um irmão, que foi "destinado" a ser padre desde que era pequeno, por causa de uma promessa (nesses tempos era muito comum as pessoas prometerem coisas como essas, as vezes até por problemas de fertilidade e coisa e tal).

Pois bem, meu tio-avô cresceu, e se tornou mesmo um padre. E não apenas um padre, mas também um exorcista. Além de realizar os trabalhos de exorcismo de pessoas, ele também fazia o exorcismo de casas e outros lugares, como casarões.


Pois bem, um dia, ele foi chamado para fazer um trabalho de exorcismo em uma casa. Como era costume, ele se trancava dentro da casa, e passava o dia nela, para fazer o exorcismo do lugar (embora o costume seja de que para o exorcismo de um lugar, haja mais de uma pessoa, ele jamais trazia outras pessoas para dentro da casa em si, para os rituais para ajudar, talvez por medo de prejudicar alguém caso algo desse errado, talvez por orgulho...)

Nessa casa, as pessoas diziam que ouviam vultos e gemidos, e ruídos de passos constantes. Realmente acreditava-se que ela estava assombrada. Porém o que aconteceu no outro dia, ao que meu tio-avo adentrou a casa, para exorcizar a mesmo, nunca foi explicado, nem mesmo pela polícia da época...

No dia seguinte, um rapaz, que vinha trazer comida e água ao meu tio-avô (esse era o único momento em que ele admitia, durante o tempo de exorcismo, que alguém adentra-se o lugar que estava sendo exorcizado), entrou na casa, e se deparou com algo inexplicado...

O corpo de meu tio-avô, morto na sala, agarrado à um crucifixo, e com o rosto contorcido, com um aspecto não-humano, parecendo que ele havia sofrido um colapso nervoso extremo. E o mais estranho... parecia que parte do seu sangue havia virado água...

Nem investigadores nem a polícia da época conseguiram explicar o caso. Alguns acreditam que ele tenha sofrido uma parada cardíaca causada por um susto, ou algo parecido... mas o que o teria assustado? E o sangue? O que teria feito com que o sangue se tornasse parcialmente água em tão pouco tempo?

Essa é um relato passada por dentro da minha família, e que praticamente todo mundo nela conhece. Não sei se é verdadeira ou não. Mas é uma dos muitos episódios estranhos que eu já ouvi da minha família. Fica a critério de cada um julgar ser verdadeira ou não, a mim apenas cabe relatar.

Retirado do site (Sobrenatural.org)

o portal 








Estava lendo um livro deitada no sofá de minha casa,com todas as luzes apagadas menos a da sala.Eu estava sozinha,quando eu ouvi um barulho vindo lá de cima.Tomei um susto,fui correndo ver o que era,subi as escadas correndo,quando cheguei ao meu quarto não tinha nada,mas o clima no meu quarto estava ''estranho'' me senti observada,estava gelado,a janela estava totalmente aberta,fui fechar e logo olhei para o quintal e vi um homem todo de preto,não sei nem se era o meu pai e sai correndo pra trancar a porta que ficava no começo da escada,fechei todas as janelas,quando eu estava indo para o meu quarto me trancar lá,eu ouvi passos lá em baixo,foi nesse momento que fiquei desesperada,me tranquei no meu quarto e liguei o computador, deixei o celular do meu lado,e fiquei mexendo no computador.Passou-se umas 2 horas e fiquei mais calma,resolvi abrir a janela,quando olhei o quintal,não tinha nada estava,tudo normal.Resolvi ir lá em baixo comer algo pois já eram 23:30 dá noite e meus  pais ainda não estavam em casa para me dar comida.Desci as escadas,ascendi as luzes,e fui pra cozinha,peguei coca-cola e peguei uma esfirra que estava em cima da mesa dentro de um pote,eu estava subindo as escadas quando eu me deparo com uma mulher toda ensanguentada na porta olhando pra mim.Não sei o que aconteceu ,eu cai e vi tudo preto.Acordei em um lugar muito bonito porém sombrio,nevando,escuro,comecei a correr pra ver se conseguia voltar para minha casa,encontrei   uma mulher,muito linda,parecia aquelas garotas que aparecem em imagens góticas em um paraíso perdido,branca dos cabelos pretos,com olhos azuis e de vestido vermelho,a mulher estava triste.Ela pedia para eu mudar de casa,que os meus vizinhos tinha aberto um portal que ligava o mundo real que vivemos com o outro mundo ou outra dimensão,essa outra dimensão era o mundo dos triste,dos que fizeram o mau na vida humana,espíritos totalmente perturbados,que vem pra te atormentar, e que se eu não sai-se de lá o mais rápido possível,os seres obscuros e sombrios iriam me matar e me aprisionar no mundo deles.A mulher continuou falando,disse que eu não poderia dormir essa noite em casa,pois os seres obscuros estão lá agora nesse momento me esperando.No final ela disse,''Nunca conte a ninguém que esteve aqui nesse mundo,nem que o portal está aberto''.Quando acordei,eu estava no chão em frente a escada,subi correndo no quarto peguei o celular,desci a escada correndo desesperadamente e peguei a chave,abri o portão,e corri pra casa da minha amiga que morava logo ali perto,eu estava tensa,não aguentava mais ficar em pé,olhei para o lado,vi aquele nevoeira naquele momento o mundo real parecia a outra dimensão,quando virei a esquina,vi o carro da minha mãe,eu estava tão desesperada que sai correndo e fiquei na frente do carro, e ela não viu que era eu.Fui atropelada,bati a cabeça ficando 6 dias desacordada,e cheia de machucados,o atropelamento não foi grave.Quando acordei,contei tudo para minha mãe,ela ficou totalmente horrorizada e resolveu me internar em um sanatório.Não aguento mais esse lugar os espíritos vem toda noite me visitar,toda hora eu desmaio e acordo no outro mundo,já fui arremessada contra a parede por um desses seres obscuros,enfim onde você mora pode ter um portal,e um certo dia você pode ganhar a permissão de entrar em outro mundo mesmo que não queira.

    Obra prima 

o quadro amaldiçoado de minas gerais

A foto de um bebê sentado diante de um piano alimenta histórias sobrenaturais que se tornaram lendas urbanas na cidade de Santa Rita do Sapucai (MG). Ninguém sabe quem é a criança, nem quando a foto foi tirada. A foto emoldurada, abandonada na rua, foi recolhida por estudantes que a levaram para a casa onde moravam em 2008. Segundo moradores da cidade, a morte de um estudante que morou em uma das repúblicas para onde ela foi levada é atribuída à imagem. Quem conheceu a história diz que as casas para onde o quadro foi levado nunca mais foram as mesmas.

Segundo a lenda, uma das casas onde a foto de origem desconhecida ficou abrigada nunca mais foi a mesma. Ainda segundo testemunhas, um dos jovens que morava no local se mudou e faleceu algum tempo depois e os que continuaram lá relatam "mudanças".

“Parece que a casa foi modificada. Quem está lá dentro não consegue escutar nada do que se passa do lado de fora. É como se a casa tivesse ouvidos e eles fossem tapados o tempo todo”, comentou o dono do quadro em uma postagem no blog que mantém na internet.


Quando o quadro foi encontrado:

“Essa aí é a Juliana, não queremos esse quadro não, pode sumir com isso daqui”. Esta foi a primeira frase ouvida por Thompson Vangller de Araújo, quando encontrou o quadro encostado em um muro no Centro da cidade. Ela foi dita por duas garotas de cerca de 10 anos quando questionadas se a imagem pertencia a elas.

Atualmente o paradeiro da imagem é desconhecido e restam aos amigos apenas as lembranças e a sensação de medo que preencheu as duas repúblicas para onde o quadro foi levado.

Um dos jovens que vivia em uma das casas ficou assustado ao acordar e deparar-se com a imagem ao lado da cama dele, tanto que o atirou em um terreno baldio. Por conta disso, o objeto foi levado para outra república, onde viviam amigos de Araújo. Na nova casa, segundo relatos, o quadro provocou visões e muito medo.

Ao chegar à nova república, um dos jovens, apelidado de Bozo, assustou-se ao botar os olhos na imagem. “Ao ver o quadro, pediu que eu o levasse embora da casa, mas como os outros moradores da república gostaram de ver o Bozo com medo, me pediram para deixar o quadro e eu deixei apenas como brincadeira”, relata Araújo.

A graça durou pouco tempo. Semanas depois, o telefone de Araújo denunciava o medo causado pelo quadro na república. “Eu estava no meio de uma aula e ele me ligou pedindo para que eu buscasse o quadro porque ele estava vendo coisas, como vultos e vendo o aparelho de som ser desligado involuntariamente. Na ocasião, ele me disse que estava muito assustado e que em um único dia viu um vulto duas vezes. No começo eu achei graça, mas a partir daí, ele começou a ter crises de pânico, dizendo que mataria alguém. A mãe dele disse para ele jogar o quadro em um rio, ou deixá-lo em cemitério, com uma cruz por cima”, relata Araújo, que se afeiçoou à imagem e mesmo depois de todo medo que ela provocou, não deixou que se desfizessem dela e a levou novamente para a república em que vivia.

O protagonista do caso, Araújo, de 22 anos, hoje vive fora da cidade, mas na época, no início de 2008, era estudante e foi a partir do quadro encontrado que ele passou a aterrorizar os amigos, mesmo que involuntariamente. “Quando eu quis pegá-lo, os três amigos que estavam comigo disseram para eu jogá-lo fora, mas mesmo assim eu quis levá-lo e deixar na parede do quarto onde eu dormia, até porque já tinha pôsteres, cartazes e outros quadros. Ele ficou bastante tempo no meu quarto e nada aconteceu comigo. Apesar da República Desesperômetro nunca mais ter sido a mesma, eu nunca tive medo da Juliana, pois ela é apenas um bebê alegre, que está tocando um piano. É um bebê bem meigo e carinhoso, que não quer nada, apenas tocar um piano e isso é tudo”, acrescenta.

A imagem foi deixada na república em que ele vivia há mais de três anos e desde então não se sabe o que foi feito dela. “Eu nunca soube se o nome do bebê do quadro é mesmo Juliana, mas como ela foi chamada assim pelas garotas que me pediram para levá-lo embora, ficou. Mas, particularmente, nunca tive medo, mas é uma história curiosa”, finaliza Araújo.


O Quadro

flapy,o palhaço 



Tenho fobia de palhaços, ver um deles me causa calafrios e me faz querer me afastar o mais rápido possível. Há 24 anos atrás, quando eu tinha somente 6 anos de idade, estava vivendo na casa da minha avó, pois meus pais estavam sempre tendo discussões e minha avó decidiu que era melhor que eu ficasse com ela por alguns dias, enquanto eles se acalmavam. Mas esses 3 dias seriam completamente opostos à palavra “tranquilidade” e se converteram na memória mais horrível de minha vida.




No primeiro dia que cheguei na casa da minha avó, me sentia muito triste por causa dos meus pais, ainda podia escutar como gritavam um com o outro. Minha avó, que sempre me amou muito, me levou até seu quarto, onde havia um baú com muito pó em cima, como se não tivessem tocado nele havia muitos anos. Ela abriu o baú e dentro dele se encontravam muitas bugigangas velhas que já nem me lembro, mas o que mais me chamou atenção foi o que estava lá no fundo: um boneco muito estranho, em forma de palhaço, mas com algumas deformidades, como seu pescoço que era muito mais largo que o normal e seu corpo redondo na parte de baixo. Não tinha um aspecto bonito, mas chamativo. O que mais me chamou a atenção foi o sorriso que ele tinha, o rosto pálido, com olhos pequenos e pretos, tanto que era possível ver seu próprio reflexo neles e os lábios marcados com pintura vermelha muito fina ao redor deles. Minha avó quis me presentear com um companheiro para que eu não me sentisse sozinho, e a princípio eu aceitei com alegria, já que parecia ser um simples briquedo. Antes de ir dormir com “Flappy” (que era o nome que pus no boneco), brinquei um pouco com ele no quarto, e em um certo momento, me dei conta de que havia um cordãp embaixo de sua camisa, quando levantei a roupa, me dei conta de que era uma cordinha que fazia o palhaço falar.

Obviamente, não pensei duas vezes antes de acionar a cordinha. A princípio, não aconteceu nada, então acionei mais vezes até que o palhaço abriu a boca. Mas o que dizia não eram palavras, eram sons estranhos, como se estivesse quebrado, então, começou a mover a mandíbula de uma maneira um tanto violenta, enquanto esses sons continuavam. Era o barulho mais amedrontador que eu tinha escutado, assim, larguei Flappy num canto e fui dormir com esse som horroroso que não saía da minha cabeça.

No dia seguinte, contei para minha avó o problema de Flappy, e ela o pegou para tentar encontrar qual era o problema. Eu esperei na sala, nervoso por causa daquele som e, sem que me desse conta, o som voltou a tocar, e agora parecia uma senhora chorando desesperadamente, gritando de forma desesperada. Neste momento, tudo que fiz foi tapar os ouvidos para que aquele barulho parasse.

Minha avó estava descendo as escadas lentamente, passo por passo, e estava pálida. Ela se aproximou de mim, me levantou do solo e começou a pressionar minha garganta, tão forte que quase quebrou meu pescoço, enquanto gritava obscenidades e maldições. Logo me soltou e quebrou o vidro de um velho relógio que tinha, e com os cacos, arrancou os próprio olhos. Enquanto jorrava sangue das crateras de seus olhos, ela cortou a própria mandíbula desde as bochechas, o que lhe deu um aspecto cadavérico impactante, logo, se jogou no chão e começou a bater a cabeça violentamente contra o solo. Primeiro, vi como quebrava os próprios dentes, logo seu nariz, seu crânio... Até que morreu, ensanguentada e destruída no chão de sua própria sala. Neste momento, eu estava em estado de choque, depois de presenciar aquele ato. Tudo o que consegui foi ficar parado observando o corpo de minha avó, e então, subi as escadas, peguei o boneco e saí caminhando para fora da casa tranquilamente. Não chorei nem produzi nenhum som, apenas caminhei para longe daquele lugar.

No dia seguinte, meus pais encontraram o corpo de minha avó, e começaram uma busca incessante envolvendo a polícia, para me encontrar. Até hoje não sei quanto tempo fiquei perdido, apenas sei que, quando meus pais me encontraram, eu estava dormindo ao lado do boneco, em uma praça escura muito distante da casa de minha avó. O mais impressionante foi que eu não estava com nenhuma marca, enquanto o boneco tinha as mãos, a boca e a roupa sujas com o sangue de minha avó.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Assassinato de John Fitz-gerald Kennedy
Dallas, Texas, 2 de novembro de 1963. Durante um passeio com uma limusine aberta, o então presidente dos EUA, John F. Kennedy, é assassinado frente a multidão que acompanhava a carreata. Horas depois, a polícia prende Lee Harvey Oswald, um ex-soldado, acusado de ser o autor dos disparos que levaram a óbito JFK. Dois dias depois Oswald é assassinado em frente as câmeras de TV. A versão oficial diz que Lee era um comunista maluco, autor dos três disparos que mataram o presidente. No entanto, todos que analisaram esse caso sabem que essa versão tem mais furos que queijo suíço. Filmagens amadoras, gravações de áudio, depoimentos de testemunhas provam que foram disparados quatro tiros e não três como na versão oficial. Na perícia, foi comprovado que o rifle de Oswald só havia disparado três vezes. Quem havia dado o quarto tiro? Havia um segundo atirador no local. Claro, o governo negou tudo. E isso levou a criação da tese da Bala Mágica, que é um tanto debochada: Se Oswald foi mesmo o responsável e foram disparados apenas três tiros e sabendo que a primeira bala errou o alvo e acertou um pedestre e a segunda estourou a cabeça do presidente, de onde vieram os malditos sete outros ferimentos restante? Se a versão oficial estiver certa, a bala de Lee Oswald era mágica e veja o porquê: ela entrou por trás do pescoço de Kennedy, saiu pela frente, virou a direita, depois a esquerda, entrou nas costas do governador Connally, saiu pelo peito, atravessou seu pulso direito e acabou na sua perna esquerda. Eu sei, você pode até achar graça disso mas a versão oficial afirma que foram apenas três tiros e um único atirador, logo, apenas essa hipótese é possível. Os teóricos da conspiração não aceitaram essa versão. Entre as varias teorias da conspiração que surgiram, a mais aceita é que a CIA foi responsável pelo assassinato de JFK. Kennedy era contra os projetos completamente anti-éticos criados pela CIA para favorecer os EUA. Entre eles, o mais sombrio de todos, Operação Northwoods, uma operação maníaca da CIA que visava acabar com o poderio comunista que crescia em Cuba gerando uma guerra entre os países. Para isso, a CIA planejou uma série de ações terroristas violentas nas cidades dos E.U.A, com o propósito de culpar Cuba pelos atentos e conseguir que a opinião publica ficasse do seu lado quando anunciassem a guerra. Ao apresentar o projeto ao presidente Kennedy, receberam rejeição imediata, além do que, o próprio presidente ficou tão cismado com o fato que tratou de levantar uma série de medidas para limitar o poder da CIA. Três anos depois, Kennedy é assassinado em Dallas.
O interessante dessa teoria é que ela faz muito mais sentido que a versão oficial. É muito mais sensato, na minha opinião, acreditar que existia um segundo atirador do que uma bala mágica que faz de tudo. Mas cabe a cada um julgar, o povo americano acredita na versão oficial e você?

                creepypasta -barney

Passou-se uma semana desde um ocorrido em nossa casa, mas mesmo assim, quando tento falar a respeito disso com meu pai ele me parece cada vez mais puto. Moro em uma casa com 4 pessoas: Eu, minha mãe, meu pai e meu irmão mais novo Lucas.
Meu irmão tem apenas 5 anos, o que justifica um pouco a raiva do meu pai em relação aos eventos inusitados e ainda recentes. Em pleno 2012, meus pais foram às lojas americanas e compraram um box de dvd's do Barney (Sim, aquele dinossauro roxo debiloide).
Quando eu questionei eles por quê eles comprariam dvd's de show velho como aquele, quando se tem tantos programas infantis atuais,eles me disseram alguma besteira sobre desenvolvimento psicológico infantil e coisas que eu realmente não dei atenção. Afinal, o Lucas adora e é isso que importa.
Bom, os dvd's vieram cheios de dicas para os pais (algumas do próprio David Joyner), bastidores, etc...
As coisas começaram a ficar um pouco estranhas há duas semanas atrás. Lucas passou a desenvolver um certa curiosidade por assuntos que não dizem respeito a uma criança de sua idade. Certo dia, ele simplesmente entrou na sala com um sorriso infantil e inocente e perguntou à nossa mãe, na frente de todos na sala, o que significava "abortar". Naturalmente, eu caí na risada, enquanto meu pai sorriu deliberadamente e minha mãe ficou horrorizada, enquanto tentava explicar algo bobo como: "é quando os pilotos saltam em segurança de seus aviões". O motivo pelo qual eu e meu pai achamos graça foi que minha mãe ficou horrorizada por achar (mesmo que por alguns segundos) que se tratava, de fato, da palavra "aborto", enquanto eu e meu pai logo percebemos que não poderia ser isso,embora, hoje não tenhamos mais tanta certeza assim.
Bom, passada uma semana desde esses incidente relativamente engraçado. Minha mãe havia viajado, eu e meu pai estávamos assistindo algo na TV, e Lucas estava no quarto assistindo seus Dvd's que meu pai havia colocado. Quando ouvimos um som um tanto quanto alto sair da TV do quarto de Lucas e logo em seguida, ele veio correndo em nossa direção, chorando e falando coisas impossíveis de se entender, até que após muitas tentativas, nós o acalmamos ele ficou dizendo repetidamente: "Barney é um monstro horrível! Barney é um monstro horrível!".
Ficamos completamente sem reação ao ver o garoto que há 10 minutos idolatrava Barney, estar com um olhar tão horrorizado e ferido após ter assistido o show dele. Sem entender direito e sem nenhuma explicação de meu irmão, fomos assistir o Dvd para nos certificarmos que não havia nada de errado...
O show teve sua abertura normalmente, suas músicas e brincadeiras também... Então, o áudio alterou de volume drasticamente, e pudemos ouvir o mesmo ruído que ouvimos da sala, porém mais alto. Era um ruído estrondoso e soava como o som de um quadro sendo arranhado.
 E então, as coisas ficaram realmente bizarras. Eu não acredito em Papai Noel, no Elvis vivo, ou em mensagens homossexuais no Bob Esponja, mas mesmo assim, fiquei horrorizado com a cena que vi.
Nada de telas pretas, cortes de frames ou qualquer coisa do tipo: O dvd simplesmente travava por cerca de 5 segundos e você podia ouvir o áudio original (em inglês) do dvd e uma voz grave, grotesca e gritando distorcidamente "Suck me, little kid, suck me!" (Chupe-me criancinha, chupe-me) pelo que parecia ser menos de 1 segundo de vídeo. E então, reaparecia a imagem de Barney, o herói das criancinhas, em uma cena não-explícita de sexo oral, enquanto a música infantil ainda tocava, porém muito lentamente. A cena mais parecia uma foto e ficava na tela por cerca de 3 segundos, então cortava-se para o encerramento do show. Era o último dvd dessa temporada. Meu pai e eu tivemos tempo de assistir inúmeras vezes o dvd, e em todas as vezes, o mesmo acontecia. Lucas ainda está um pouco afetado com o incidente e agora fica facilmente assustado.
Meu pai ainda ligou para as Lojas Americanas e todos os fornecedores possíveis exigindo uma explicação. Porém, é inexistente. Acho que pode ser alguma falha de edição ou brincadeira de péssimo gosto. Meu pai não está tão cético á respeito. 
Uma coisa é certa, eu nunca havia visto nada parecido. 
Anexarei uma foto e vocês podem tirar suas próprias conclusões.
bom aki vai a primeira teoria da conspiraçao

Coincidências entre Abraham Lincoln e John F. Kennedy

Chegou no meu email uma lista incrível de coincidências que aconteceram entre os Ex-Presidentes americanos Lincoln e Kennedy, vejam elas:

Abraham Lincoln foi eleito para o Congresso em 1846.
John F. Kennedy foi eleito para o Congresso em 1946.

Abraham Lincoln foi eleito Presidente em 1860.
John F. Kennedy foi eleito Presidente em 1960.

Ambos se preocupavam muito com, sobretudo, os direitos civis.
Ambas as suas esposas perderam crianças enquanto habitavam a casa branca.

Ambos os Presidentes foram assassinados numa sexta-feira.
Ambos os Presidentes levaram um tiro na cabeça.

E agora é que se torna mais estranho:

O secretário de Lincoln chamava-se Kennedy,
O secretário de Kennedy chamava-se Lincoln.

Ambos foram assassinados por alguém dos estados do sul.
Ambos os Presidentes foram sucedidos por um homem do sul chamado Johnson.

Andrew Johnson, que sucedeu a Lincoln, nasceu em 1808.
Lyndon Johnson, que sucedeu a Kennedy, nasceu em 1908.

John Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839…
Lee Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939…

Ambos os assassinos eram conhecidos pelos seus 3 nomes.
Ambos os seus nomes eram formados por 15 letras.

E agora, segura-te:
Lincoln foi assassinado num teatro chamado “Ford”

Kennedy foi assassinado num carro da marca Lincoln, feito pela “Ford”

Lincoln foi assassinado num teatro e o seu assassino correu para um armazém para se esconder.
Kennedy foi assassinado a partir dum armazém e o seu assassino fugiu para um teatro e escondeu-se lá.

Booth e Oswald foram assassinados antes do seu processo.

1 semana antes de Lincoln ser assassinado, ele esteve em Monroe, no estado de Maryland
1 semana antes de Kennedy ser assassinado, ele esteve com Marilyn Monroe.


Assustador ou curioso ?

apresentaçao

bom blog novo galera .aqui vo posta algumas  creepypastas , coisas de terror e teorias das conspiraçao i vamos ver o que rola si voces tiverem sugestoes eu aceito so manda para o email pepe208@hotmail.com.br